HÁ ANJOS NA TERRA

- diário de um enamoramento -

31.12.09

31.12.09

Colho a alegria nos encontros contigo. Não sonho no que gostava que fosse, mas penso no que gostava que fosse todos os dias.

29.12.09

29.12.09


Cuido quotidianamente do  bambú que me ofereceste. Hoje reguei-o com a admirável surpresa que me fizeste.

28.12.09

28.12.09


Não és dono de mim mas és dono do meu coração.

27.12.09

27.12.09

"As mãos é o que dizem sobre ti; garantem"
Tenho saudades de me chamares o nome que é meu e só tu o dizes.

26.12.09

26.12.09

Ninguém é de ninguém. Mas quando nos dias só há a tua ausência eu sei que posso dizer que te pertenço

25.12.09

25.12.09


Tenho muito frio. Sonho com os teus braços a envolverem-me.

24.12.09

24.12.09

Do amor

Faltam 4 anos mas hoje comprei a prenda de aniversário dos teus 50 anos


23.12.09

23.12.09

Queria tanto que estivesses aqui. Não é um beijo são mil. Tenho saudades tuas. Tenho tanto para te dizer e só me apetece abraçar-te. Está tudo branquinho aqui.

22.12.09

22.10.09


Temos tão pouco e quando estamos está tudo no que acontece.
Não demores meu amor, tenho frio

21.12.09

21.12.09

Primeiro foi o fogo e a vida. Depois tivemos que dizer até Janeiro. Vai-te embora. Nas nossas lágrimas só lia Fica
 DECLARAÇÃO DE AMOR



Na véspera da tua partida, enovelo-me.

O fio que me desenovela permanecerá oculto até ao teu regresso. Tecerás depois os sucalcos da alegria e do prazer. Nascerão neles rosas sem espinhos.
Não demores meu amor

20.12.09

20.12.09

Fui cedo à cidade que gostava de te dar a conhecer. As gaivotas planavam sobre ela. Estava frio, tanto frio que os meus olhos lacrimejavam.
De frio ou da tua falta?

19.12.09

19.12.09

33. Há momentos em que desejo dizer: leva-me daqui!ou, mais propriamente:
Preciso de ir contigo!
Já reparaste que só nos temos a nós?
E o mar; os telhados das casas; as luzes da noite?
Mas é a alegria e a vida inteira ali.

18.12.09

18.12.09

Riscas no meu corpo o mapa do assombro e depositas fragmentos de êxtanse

17.12.09

17.12.09

os nossos beijos são como as cerejas
quando quero dizer da ternura digo o teu nome

16.12.09

16.12.09


quem sabe, amor, se o amor não é "estas emoções que parecem pouca acertadas para um mês tão frio"
quem sabe, amor, se o amor não é aquele espaço em que se acredita em quase tudo,
quem sabe, amor, se o amor não é pesquisar a temperatura que faz na tua terra
quem sabe, amor, se o amor não é ouvir-te no silêncio da noite em que o chuvericar faz lembrar o som do teu sorriso
quem sabe, amor, se o amor não é este encontrar-te em cada reflexo da luminosidade dos dias
quem sabe, amor, se o amor não é esta vontade de te cobrir, de te devorar, de te envolver,.

15.12.09

15.12.09


a emoção que sinto é a braseira que me aquece quando dizes "até amanhã, se puder apareço"
também eu sonho com um futuro de aconchego.
Entras em mim e não precisas de bússola para me encontrares
 "também te adoro, mas agora não digo mais nada senão depois torna-se complicado"
(2ª declaração de amor do dia)
Ofertas matinais
um beijo, um sorriso: a vida
Uma declaração de amor inesperada:
"não é fácil conciliar duas famílias"

14.12.09

14.12.09

Um abraço e o calor na primeira manhã realmente fria do ano

13.12.09

13.12.09

Ouço-te. Um minuto. O coração acende-se. O desejo pulsa.
Na espera volto ao lago dos nenúfares da minha infãncia. No encontro torno-me mulher.
A espera é um doce planar que me conduz à alegria

12.12.09

12.12.09


Habituo-me ao silêncio da tua ausência, mas as tuas mãos continuam a povoar-me o corpo e o teu olhar a ondular-me os sentidos.
 "E então outro estremecer foi chegando"
manhã a findar e o teu silêncio a inscrever-se na pele. São as tuas mãos a tocar-me o corpo, suavemente, que relembro.
"beijo-te os dedos como se nascesse"

11.12.09

11.12.09

 recordo os instantes em que te tenho nos braços, em que não me ouves e sabes o que te digo
neste amor não se desfolham malmequeres
Só chamo o teu nome
Povoas as horas em que não estás
estremeço com os sons que flautuam nos silêncios que me dizes

10.12.09

10.12.09

És só instantes mas és o fulgor da minha vida
O calor do sol através dos vidros do café, onde gasto o tempo do almoço, faz-me lembrar as tuas mãos naquele gesto de controlo e ternura de segurares a cabeça para que a minha boca não se desvie da tua.

imagem daqui

9.12.09

9.12.09

Um beijo teu, ao começo da noite, num parque de estacionamento e volta a ser dia
Não me podes levar para a tua mesa nem para a tua cama. Trago-te comigo

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